
2010-04-01
2010-03-24
MAIS vale tarde que nunca
Pedro Manuel Ribeiro Conde, de Seia; Mário Jorge Branquinho, de Seia; Fernando Tavares Pereira, de Carregal do Sal; Jorge Patrão, de Covilhã; Eduardo Mendes de Brito, de Seia; João Antas de Barros, de Viseu; Artur Abreu, de Oliveira do Hospital; Francisco Rodrigues, de Oliveira do Hospital; Manuel Marques, de Nelas e João Paulo Agra, de Gouveia.
A Associação, cujos estatutos já estão elaborados, chamar-se-á Movimento de Apoio à Construção dos Itinerários da Serra da Estrela, abreviadamente designada por MAIS e tem por objectivo desenvolver mecanismos com vista à execução dos Itinerários Complementares – IC6, IC7 e IC 37, na região da Serra da Estrela e extinguir-se-á quando estas obras forem executadas.
2010-03-20
2010-03-10
2010-03-09
Ainda os IC´s
A única razão que me ocorre para que o Ministro António Mendonça venha até à Região da Serra da Estrela verificar, in loco, as condições (ou falta delas) relativas à implementação dos IC´s é apenas esta – desconhecimento sobre a matéria e sobre a situação actual da Região.É mais uma visão “Lisboinha” do desenvolvimento sustentado do interior. É notório para todos os que na região da Serra da Estrela residem, que as acessibilidades rodoviárias continuam a ser o “calcanhar de Aquiles” desta Região, sobretudo no que diz respeito às acessibilidades ao exterior da mesma. Até pelo desemprego que grassa por toda esta região, existe uma necessidade premente de cativar investimentos e para tal é fundamental que as redes viárias sejam melhoradas e os acessos facilitados. Qualquer local para investir se torna tão ou mais atractivo quanto menor for o tempo de viagem, quanto melhor for a qualidade das vias, quanto maior for a facilidade de escoar mercadoria e importá-la.
Como foi dito anteriormente por um ilustre politico, há mais vida para além do Orçamento. As pessoas precisam de um horizonte e de uma perspectiva para além dos números e para além dos sacrifícios que lhes pedem no dia-a-dia.
A reunião que ontem alguns autarcas tiveram com o Ministro António Mendonça não pode nem deve servir para manter em “lume brando” toda a pressão reivindicativa que é necessário efectuar. Não gostaria de perceber, daqui a três meses, que a única coisa feita pelo Ministro terá sido “chutar a bola para a frente”.
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