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Feliz Natal.


Os senhores vereadores do PSD e OHS votaram contra - erradamente na opinião deste blogue - uma proposta do presidente da Câmara de Oliveira do Hospital que pretendia atribuir, a título póstumo, a medalha de mérito do concelho (no próximo dia 7 de Outubro, feriado municipal) a Henrique de Barros – uma figura, com ligações a Fiais da Beira.
Ministério da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas - Assinatura de memorando de entendimento para Projecto de investigação multidisciplinar na área da floresta.




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Um dos problemas de estar no meio de uma revolução em curso é que nossa excitação com o futuro muitas vezes tolda a percepção em relação ao presente, ao mundo real que ainda dita as regras (o mundo dos €€€).
O prazo médio de pagamentos, registado pelo Município de Oliveira do Hospital, aumentou no período entre 30-09-2009 e 31-12-2009.Certamente que este não será um dos melhores anos para celebrar o Dia do Trabalhador. A crise internacional, as perspectivas do FMI, o ataque constante e sistemático de que o nosso país é alvo por parte dos especuladores, o nosso atraso conjuntural e a nossa constante incapacidade de “dar a volta ao assunto”, não deixam antever um futuro fácil.
Por conseguinte, o 1º de Maio deve ser um dia de reivindicação mas, sobretudo, um dia de reflexão para empregadores, trabalhadores e legisladores.
Desde logo, deve ser um dia de reivindicação: de melhores condições de trabalho, de melhorias salariais, de avanços na protecção do emprego e dos trabalhadores. E, numa altura em que se pede – ou melhor, exigem – sacrifícios por parte de todos (sendo que a maior parte desses sacrifícios acabará por recair nos trabalhadores), é chocante que haja gestores públicos a receber prémios de valores tão elevados. É obrigatório que acabem, rapidamente, assim como acabaram alguns dos “privilégios” que os trabalhadores possuíam (os novos tempos a isso obrigaram).
No entanto, os trabalhadores, longe de apenas exigir, devem também considerar as dificuldades actuais das empresas e fazer um esforço por serem entidades activas nos processos de mudança das empresas, instruindo-se mais e em áreas mais específicas. Pensar nisto é, no nosso quotidiano, fundamental para qualquer trabalhador. Não podemos esquecer que os trabalhadores portugueses estão, na UE, na lista dos que menos produzem por hora e dos que menor formação para o trabalho possuem.
Por fim, têm os legisladores - ou seja, os políticos - de estudar e repensar os modelos de emprego, apoio às empresas, apoio à formação profissional, estudo das formas de trabalho, segurança no emprego, combate à evasão fiscal e aos falsos recibos verdes, etc.
O ciclo económico faz-se entre as famílias e as empresas. Urge encontrar formas que protejam os trabalhadores e incentivem a criação e crescimento das empresas. O problema é que, neste caso, a questão em Portugal já há muito que deixou de ser a luta de classes… O problema é agora, em todos os lados, de mentalidades.
A Câmara Municipal de Oliveira do Hospital prepara-se para celebrar o 36º aniversário do 25 de Abril de 1974, com uma panóplia de iniciativas culturais e desportivas, que decorrerão entre os dias 23 e 25 de Abril. Destaca-se a presença de Irene Pimentel, doutorada em História Contemporânea com uma tese sobre a PIDE/DGS, polícia política do Estado, entre 1945/74 e vencedora do Prémio Pessoa em 2007, para uma palestra a ter lugar no dia 24 na Casa da Cultura César Oliveira.
O Plano de Inspecções para 2010 escolheu 66 autarquias para serem fiscalizadas, entre as quais a de Oliveira do Hospital, que já não recebe uma visita de inspectores da IGAL desde 2002. Segundo a IGAL, as câmaras municipais foram seleccionadas tendo em conta um critério cronológico, ou seja, são contempladas as que há mais tempo não são inspeccionadas.
A única razão que me ocorre para que o Ministro António Mendonça venha até à Região da Serra da Estrela verificar, in loco, as condições (ou falta delas) relativas à implementação dos IC´s é apenas esta – desconhecimento sobre a matéria e sobre a situação actual da Região.
O Ministro António Mendonça e o seu secretário de Estado, Paulo Campos, receberam ontem os autarcas de Oliveira do Hospital, Nelas, Seia, Tábua, Covilhã e Gouveia e, no final do encontro, estes “conseguiram” que logo que o Estudo de Impacte Ambiental esteja concluído, o Ministro se desloque à região para ver, “in loco”, a situação. O facto de haver uma abertura para o diálogo e também a confirmação de que os Estudos de Impacte Ambiental continuam efectivamente a decorrer, devendo estar concluídos até 24 de Maio, o que significa que, até lá, os autarcas subscritores da “moção” vão dar tréguas ao Governo no que às acessibilidades para a região diz respeito. Foi firmado um «acordo de cavalheiros» sendo assumido, entre a tutela e os autarcas, que vão aguardar a conclusão dos estudos e a deslocação do ministro à região. Depois logo se vê...
A página oficial da Região de Turismo do Centro, à qual pertencemos, continua a brindar Oliveira do Hospital com uma indiferença e desconhecimento sobre o que por cá se vai passando absolutamente confrangedora.
(por uma absoluta inércia e incompetência) ou se é do Município de Oliveira do Hospital (que não envia programação para a Turismo do Centro). Em qualquer dos casos é óbvio e nítido que quem acaba prejudicado é o concelho de Oliveira do Hospital, os seus comerciantes e os seus residentes.
09.00 – Abertura da Festa
“Feira Republicana”
OLIVEIRA DO HOSPITAL/PARQUE DO MANDANELHO - Companhia de Teatro Viv'Arte - 20 Mar
10.00 – Jogos populares, teatro de fantoches e danças tradicionais.
11.00 – Zaragata entre populares e burgueses. O jogo do pau e duelos de sabre.
12.00 – Cantigas ao desafio, a chegada dos romeiros e a merenda.
13.00 – Os saltimbancos, os vendedores de banha de cobra e o fotógrafo da capital.
14.00 – Partida dos pastores e seus rebanhos para os pastos da transumância.
15.00 – Desacatos por via do fiscal dos isqueiros de pederneira e a autoridade da Guarda.
16.00 – Chegada da carroça dos actores itinerantes e início da função.
17.00 – Leitura pública do jornal “O Século”: As novidades de Lisboa e a mobilização para a Flandres.
18.00 – Partida dos mancebos e as comovidas despedidas. Discurso do Regedor.
Quando todos pensámos e acreditámos que tinha chegado a hora dos concelhos do lado poente da Serra da Estrela (Seia, Gouveia, Celorico, Fornos, Nelas e Oliveira do Hospital), ou seja que era desta vez que se iam construir, definitivamente, os novos acessos rodoviários IC 6, IC 7 e IC 37, porque há muito lutamos e que são absolutamente fundamentais para colocar esta região em pé de igualdade com o resto do país e principalmente com os nossos vizinhos, dando-lhe condições para se afirmar, ser mais atractiva e competitiva, eis que o governo, de uma forma absurda, incompetente e injusta, adiou, sabe-se lá para quando, a construção destas obras.
Como se já não fosse suficiente o Governo ter adiado, ou suspendido, a concessão rodoviária da Serra da Estrela (IC 6, IC7 e IC37) sabe-se agora que Oliveira do Hospital ficará, também, sem acesso para aquilo que o Governo definiu como uma opção estratégica para o país, que permitirá viabilizar uma revolução nos ecossistemas do entretenimento, da saúde, da educação e da organização administrativa criando um novo estilo de vida.
