
Nos dias que correm, as rotundas servem de desculpa para justificar a ausência de obra feita no concelho de Oliveira do Hospital. O que importa é mostrar obra, sejam elas necessárias ou não.
No entanto a industria das rotundas tem uma coisa contra. Quando acabarem os cruzamentos e entroncamentos acaba-se a construção destas coisas circulares, pelo que o nosso querido Município e o nosso ainda mais querido Presidente já se estão a adaptar aos novos tempos que aí vêm. A industria de transformação de rotundas. Este negócio ainda é mais rentável que o anterior e consiste basicamente no desfazer o que estava feito para fazer de novo (ide dar uma volta pela cidade que logo vereis do que se está a falar). A esta actividade deu-se o nome de requalificação de espaços. Hoje trata-se do arrelvamento de uma dessas estruturas e passado um ano tira-se a relva para por árvores, para um ano depois achar-se que as arvores não servem porque cortam a visibilidade, por exemplo, e voltar-se á relva ou então a um ornamento de cascalho colorido.
Sabem o que mais me aborrece nas rotundas? Não é o dinheiro que custaram, a tacanhez que muitas vezes representam, a estátua pindérica (ou algo semelhante) lá em cima. É que na relva e florzinhas das rotundas, naqueles jardins de anedota, esgota-se o orçamento municipal para espaços verdes.
Como facilmente se constata, as rotundas em Oliveira do Hospital não servem a fluidez do trânsito. Servem a necessidade de mostrar obra, de trabalhar na fachada, de nos atirar areia para os olhos (podemos dar como último exemplo a “rotunda da vitela”). Se a resolução dos problemas de trânsito em Oliveira do Hospital fosse motivo de preocupação do executivo camarário (a palavra executivo faz supor erradamente que executa alguma coisa) as estradas de acesso à cidade já não estariam ao nível de uma via secundária. Curiosamente existem no concelho vias secundárias em melhores condições que as ruas da cidade (vá-se lá saber porquê).
Agora que na cidade vão “nascer” ou ser “plantadas” mais algumas rotundas e outras vão ser (ou já foram) (re)inauguradas, pergunta-se:
Será que vale a pena e é necessário tanta rotunda? Estaremos melhor? Circula-se melhor em Oliveira do Hospital? Ou é apenas por ser moda? Ou será que Mário Alves é um fervoroso devoto da construção de rotundas? Ou terá ele caído num “círculo vicioso” (erro de raciocínio que consiste em provar A por B e B por A)?
Em qualquer dos casos deve-se referir que com tanta volta (às rotundas) o concelho continua sem sair do marasmo a que foi votado neste últimos anos (leia-se governação laranja) e não consegue encontrar a via do desenvolvimento, do progresso, da inovação, do mediocremente “vai-se fazendo o que se pode”.
No entanto a industria das rotundas tem uma coisa contra. Quando acabarem os cruzamentos e entroncamentos acaba-se a construção destas coisas circulares, pelo que o nosso querido Município e o nosso ainda mais querido Presidente já se estão a adaptar aos novos tempos que aí vêm. A industria de transformação de rotundas. Este negócio ainda é mais rentável que o anterior e consiste basicamente no desfazer o que estava feito para fazer de novo (ide dar uma volta pela cidade que logo vereis do que se está a falar). A esta actividade deu-se o nome de requalificação de espaços. Hoje trata-se do arrelvamento de uma dessas estruturas e passado um ano tira-se a relva para por árvores, para um ano depois achar-se que as arvores não servem porque cortam a visibilidade, por exemplo, e voltar-se á relva ou então a um ornamento de cascalho colorido.
Sabem o que mais me aborrece nas rotundas? Não é o dinheiro que custaram, a tacanhez que muitas vezes representam, a estátua pindérica (ou algo semelhante) lá em cima. É que na relva e florzinhas das rotundas, naqueles jardins de anedota, esgota-se o orçamento municipal para espaços verdes.
Como facilmente se constata, as rotundas em Oliveira do Hospital não servem a fluidez do trânsito. Servem a necessidade de mostrar obra, de trabalhar na fachada, de nos atirar areia para os olhos (podemos dar como último exemplo a “rotunda da vitela”). Se a resolução dos problemas de trânsito em Oliveira do Hospital fosse motivo de preocupação do executivo camarário (a palavra executivo faz supor erradamente que executa alguma coisa) as estradas de acesso à cidade já não estariam ao nível de uma via secundária. Curiosamente existem no concelho vias secundárias em melhores condições que as ruas da cidade (vá-se lá saber porquê).
Agora que na cidade vão “nascer” ou ser “plantadas” mais algumas rotundas e outras vão ser (ou já foram) (re)inauguradas, pergunta-se:
Será que vale a pena e é necessário tanta rotunda? Estaremos melhor? Circula-se melhor em Oliveira do Hospital? Ou é apenas por ser moda? Ou será que Mário Alves é um fervoroso devoto da construção de rotundas? Ou terá ele caído num “círculo vicioso” (erro de raciocínio que consiste em provar A por B e B por A)?
Em qualquer dos casos deve-se referir que com tanta volta (às rotundas) o concelho continua sem sair do marasmo a que foi votado neste últimos anos (leia-se governação laranja) e não consegue encontrar a via do desenvolvimento, do progresso, da inovação, do mediocremente “vai-se fazendo o que se pode”.
Necessita-se urgentemente de uma "nova via"! Alguém tem alguma ideia? Por Oliveira!