José Manuel Cerqueira Afonso dos Santos (nasceu em Aveiro a 2 de Agosto de 1929 — faleceu em Setúbal a 23 de Fevereiro de 1987), mais conhecido por Zeca Afonso, foi um cantor e compositor de música de intervenção português. Escreveu, entre outras coisas, música de crítica à ditadura fascista que vigorou em Portugal desde 1933 até 1974.
2007-02-23
2007-02-19
O dever e a obrigação de INFORMAR

Contudo, não obstante a evolução positiva registada, ainda se está longe de atingir a situação óptima, uma vez que raramente é feito o aproveitamento dos diversos meios disponíveis (boletins informativos, Internet, jornais, mailing, etc.) dificultando, assim, o acesso à informação por parte dos munícipes. E quando, por vezes, se utilizam esses meios, a sua utilização nem sempre é feita da forma mais correcta (habitualmente servem mais para promover obras do que para informar, possibilitando a discussão – vide exemplo dos diversos Boletim Municipal de Oliveira do Hospital).
Um exemplo simples, não basta à autarquia informar os munícipes da construção de um arruamento no sítio “x”; é fundamental que indique igualmente os custos dessa realização e os benefícios daí decorrentes para a população (por exemplo seu nível de utilização). É completamente diferente ter custado 5.000 euros ou 25.000 euros, ter exigido o trabalho de 6 homens durante 1 semana ou durante 3 meses, ser utilizado diariamente por 5 ou por 50 pessoas; e mais diferente se torna se tiverem sido despendidos recursos acima do considerado “preço justo do mercado”. Tratando-se de recursos públicos (de todos nós, portanto), que por norma são escassos para fazer face a tantas necessidades que se colocam, só conhecendo a forma e o modo como foram utilizados se poderá avaliar se existiu uma gestão criteriosa por parte da autarquia.
Dando outro exemplo, porque é que a autarquia não disponibiliza, na sua página da Internet, toda a informação sobre o Plano de Pormenor do Centro Histórico de Oliveira do Hospital?! Dado existirem muitos oliveirenses (diria que a grande maioria) cuja actividade profissional não lhes permite a deslocação ao Paços do Município, parece-me que seria mais prático efectuarem uma visita on-line aos documentos expostos. De forma a não serem cerceados da possibilidade de emitirem opinião sobre um assunto que lhes diz respeito e que certamente ficaria mais rico com a sua contribuição.
Seria também importante que a Câmara caminhasse rapidamente, no sentido da divulgação regular de um conjunto de informação, através da sua página da Internet, nomeadamente:
- Orçamento e contas da gerência municipal;
- Serviços/obras realizadas, indicando o respectivo custo, grau de benefício para a população e entidade responsável pela sua realização (Câmara ou subcontratação a outras empresas);
- Serviços/obras realizadas, indicando o respectivo custo, grau de benefício para a população e entidade responsável pela sua realização (Câmara ou subcontratação a outras empresas);
- Obras adjudicadas sem abertura de concurso e empresas a quem foram adjudicadas (ao abrigo da lei, certamente);
- Contratos de prestação de serviços em vigor e resultados de concursos públicos;
- Contratos de prestação de serviços em vigor e resultados de concursos públicos;
- Etc., etc., etc...
Vá lá Sr. Presidente da Câmara Municipal de Oliveira do Hospital, junte-se ao Século XXI. Este será o século da INFORMAÇÃO. Por outro lado quem não deve, não teme, não é?
Vá lá Sr. Presidente da Câmara Municipal de Oliveira do Hospital, junte-se ao Século XXI. Este será o século da INFORMAÇÃO. Por outro lado quem não deve, não teme, não é?
2007-02-04
2007-02-02
1º Ano

Para ser mais objectivo, deveria chamar-lhe uma ciber-aventura, mas, na realidade tratou-se até agora de uma experiência objectiva, enriquecedora e que me permitiu uma partilha de ideias e pontos de vista, revelando-me um conjunto de gente interessada, em simultâneo com um conjunto de gente informada (e porventura de outros que nem tanto, mas esses são os riscos dos blogs e dos comentários on-line).
Não creio que seja o tempo para efectuar qualquer tipo de balanços. No fundo não passa de mais uma das muitas efemérides que nos fomos habituando a referenciar ao longo da nossa existência. O verdadeiro balanço, esse sim bastante fiável, parece-me estar mais na caixa de comentários do que propriamente naquilo que eu possa vir a escrever, ou pensar, acerca desta experiência.
Jamais um juiz em causa própria foi imparcial. Poderá tentar ser isento, mas jamais imparcial!
A todos os que me têm visitado, envio um sincero muito obrigado, acompanhado de um abraço amigo.
A todos, bem hajam! Voltem sempre!
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